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Em setembro de 2007, o Grupo Bagaceira deu um passo firme em direção à profissionalização. Em Fortaleza, o grupo alugou uma casa que, desde então, passou a ser sua sede. O investimento consistia em um risco necessário.


Assim surgiu a Casa da Esquina, sempre remando contra a maré e a favor da cultura. Palco de artistas que saltam no escuro. A partir dali, o grupo contava com um lugar para guardar acervo de figurinos e cenários, ensaiar sem limites de horário, fazer reuniões de produção, escrever projetos, ministrar oficinas, receber convidados, realizar intercâmbios e tantas outras coisas mais.

 

Em 2008, um importante marco na Casa da Esquina, a chegada do Teatro Máquina, companhia que passou a “morar” conosco (o grupo Teatro Máquina residiu na sede até o ano de 2019), dividindo o espaço e as responsabilidades. Em seguida, ainda em 2008, a Casa da Esquina se tornou, também, espaço de apresentações. Pudemos, então, entrar em cartaz a qualquer momento, independente dos teatros convencionais ou dos festivais. Logo depois, começamos a abrir nossas portas para que outros artistas pudessem se apresentar, ensaiar, criar, executar projetos, enfim, realizar seus sonhos em um espaço artístico que tivesse a acolhida de uma casa.

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A Casa da Esquina foi então criando um público, e se firmando como importante espaço cênico na cidade, tornando-se palco não só do Bagaceira e Teatro Máquina, mas de artistas e grupos de todo o Brasil.

A existência da Casa da Esquina modificou até mesmo a forma como passamos a pensar as obras futuras, para que coubessem em apresentações no nosso próprio espaço. Entramos muitas vezes em cartaz na Casa da Esquina, transformando em um espaço de grande movimentação de público.

Outra movimentação bastante conhecida da Casa da Esquina foi a realização do evento "Pequenos Trabalhos Não São Trabalhos Pequenos", realizado pelo Teatro Máquina. Cenas curtas de vários artistas de várias linguagens ocupavam a Casa da Esquina com apresentações artísticas, festa, vendas de produtos de artistas locais etc.

Tornando-se um importante espaço de cultura da cidade de Fortaleza, a Casa da Esquina também passou a acolher vários artistas de outras cidades e estados, que viram na casa um lugar importante para apresentações, oficinas, workshops, espaço para ensaios e outros eventos e demandas.

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Localizada no bairro de Fátima, pertinho do Centro e do Benfica, a casa se divide em alguns compartimentos, como: sala de figurinos, depósito para cenários, escritório, quintal (que, além de garagem, também funciona como espaço de apresentações ao ar-livre), áreas de convivência e a sala preta (onde acontecem ensaios, oficinas e apresentações para um público de até 60 pessoas).

Hoje, a Casa da Esquina é, além de "território Bagaceira", um importante espaço cultural da cidade de Fortaleza, com programação de apresentações de espetáculos, exposições, encontros, cursos, seminários etc.